Um cartaz de João Abel Manta

benilde

Mesmo fotografado com a (pouco fiável) câmara de um telemóvel, este cartaz mantém a excelência que o faz destacar-se dos restantes que, cobrindo a obra de Manoel de Oliveira, estão expostos na Cinemateca Portuguesa. E parece que nos faz uma singela pergunta: porque raio não está ele, e os outros cartazes e obra gráfica de João Abel Manta, exposto mais regularmente? Alô, Gulbenkian? E, já agora, se os cartazes do cubano René Azcuy, muito semelhantes em estilo (serigrafias com contraste de áreas planas a preto com imagens em meio tom) e contemporâneos, são expostos, coleccionados e defendidos por esse mundo fora, porque tem o público português de esperar por um ciclo de cinema para ver um cartaz de JAM?

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Filed under Cartazes, Eventos

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