Tag Archives: Bang!

“Era uma vez mil novecentos e oitenta e quatro”

Para quem não conseguiu deitar mão à última “Bang” (número 10), eis, para leitura e visualização, o meu texto sobre o catálogo do ciclo de cinema de ficção científica da Cinemateca e Fundação Gulbenkian em 1984/1985, com design de Fernando de Azevedo. Quem quiser “folhear” a revista online, pode fazê-lo aqui.

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Antecipação

No prelo, com apresentação no final do mês e numa FNAC perto de si depois disso, etc.

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Os negros anos-luz de Terry James

Já sei: um ano-luz não é uma medida de tempo mas de espaço. Só que o título da novela de Brian Aldiss adequava-se às mil maravilhas, até pela coincidência temporal entre o trabalho dos “new wavers” e o deste capista (presumivelmente) inglês. Eis, pois, o meu texto (6 páginas) sobre as capas de Terry James para as edições do Science Fiction Book Club de Londres entre 1967 e 1971. Está no número 9 da revista BANG! (publicada pela Saída de Emergência), acabada de sair do prelo e que estará numa FNAC perto dentro de dias.

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Oito bangues

É o número de revistas Bang! até agora publicadas. A oitava e última foi lançada ontem e é um caso único em Portugal: uma revista de qualidade especializada na literatura fantástica e especulativa, com uma parceria crucial com a “gigante” FNAC. Resultado: mais de 60 páginas sumarentas e a cores ali à mão de semear nas lojas. Espero ter feito a minha parte para isso do “sumarento”: seis páginas sobre algumas capas que definiram a Nova Vaga de FC entre meados dos anos 60 e 70. Ocasião para escrever sobre e mostrar trabalho de gente como David Pelham, Alan Aldridge, Emmanuel Schongut, Bob Pepper e os Dillon. E também uma das minhas recentes obsessões: as capas do misterioso Terry James para os livros do Clube de FC de Londres (creio até ser esta a primeira vez que estas capas se reproduzem numa publicação). Numa FNAC perto ou contactando a editora Saída de Emergência.

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“Nova vaga, novas capas”

É o título do meu texto publicado na Bang!, a revista da editora Saída de Emergência. Um voo modesto de seis páginas sobre um período entre os anos de 1960 e 70 em que as capas de ficção científica ousaram não se parecer com… ficção científica. O lançamento da revista será na próxima Terça-feira, dia 2 de Novembro.

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Ballard paperback fetish


Ando há uns meses a ler Ballard nas edições paperback vintage dos anos 60 e 70, sobretudo as da Penguin (faltando-me ainda as outras que David Pelham fez para as reedições de 1974) e as da melhor fase da Panther (antes dos descalabro das suas capas para o Crash e o High Rise). Lamento apenas não ter encontrado uma boa (leia-se, com uma boa capa) edição vintage do Concrete Island, que acabei por ler numa edição recente da Picador. Algum possível fetichismo à parte, não creio que haja melhor forma de o ler, e estas capas terão mesmo sido o pico na difícil tarefa de ilustrar Ballard na sua  fase pré-mainstream.

A propósito disto, estou a preparar um texto para a revista Bang! (publicada pela Saída de Emergência) sobre a excelência de algumas das capas das edições de FC naquele curto período entre aproximadamente meados da década de 1960 e o início da década seguinte, em que algumas editoras de paperbacks e hardbacks abandonaram os clichés visuais do género e produziram capas que procuravam traduzir a essência experimental e contemporânea de alguma prosa de FC (ou, pelo menos, traduzir em termos visuais a urgência e a modernidade que se associavam à literatura especulativa por esses anos), com cruzamentos interessantes com o grafismo dos romances de vanguarda e as edições de poesia. Uma fusão e extensão de alguns textos já publicados aqui. Dada a ausência de qualquer bibliografia sobre o grafismo de FC nesse período, será um trabalho essencialmente (retro)especulativo, pelo que peço a vossa compreensão e benevolência.

In the past year, I’ve been collecting and reading Ballard’s vintage paperback editions from the 60s and 70s, mainly  Penguin’s (I’m still looking for the other three books in the 1974 reprints designed by David Pelham) and the best ones from Panther (before their appalling Crash and High Rise covers). I’m only sorry not to have been able to find a good edition (that is, one with a good cover) of Concrete Island, which I’ve read from a recent Picador edition. Some possible fetishism aside, I believe there’s no better way to read him, and these five covers can very well stand as the peak in the hard task of putting Ballard to pictures in his pre-mainstream years.

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