A Liberdade da Imagem (1974-1986)

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Por muito amável convite do seu curador, José Bártolo, o meu texto “Os livros dos mil dias” foi publicado no jornal que acompanha a  exposição  “A Liberdade da Imagem (1974-1986)”, inaugurada a 29 de Maio (com termo a 21 de Setembro) em sete locais da cidade do Porto (Casa do Infante, Museu Romântico Quinta da Macieirinha, Palacete dos Viscondes de Balsemão, Casa Museu Guerra Junqueiro, Galeria, Municipal Almeida Garrett, Sala VIP da Casa da Música e Museu de Arte Contemporânea de Serralves) e produzida pela ESAD e pela C.M. do Porto. Pude já dar uma vista de olhos em Agosto (e conto poder dar mais uma em Setembro).

Achei curiosa a forma de expor os livros a que Miguel Vieira Baptista recorreu na montagem da exposição. Consegui estabelecer uma relação imediata entre o impacto destes livros da fase revolucionária (e pós) no chão dos diferentes espaços expositivos (vi-os assim no Palacete Visconde de Balsemão e na Casa do Infante) e a situação em que mais comummente os encontramos de há uns bons anos a esta parte (sobretudo desde o início dos anos 90 e o fim da URSS): pelo chão, nas feiras de velharias um pouco por todo o país (foi a partir desse ponto, precisamente, que comecei o meu texto).

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